Bananas Brasil: Pacto
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GOVERNABILIDADE E POLÍTICA ESTADISTA: GOVERNAR COM TODOS OS PARTIDOS, A SAÍDA DA CRISE PARA O PAÍS

 


O presidente está acima de todos os partidos políticos. Um congresso que reúne todas as ideologias, direita, esquerda e centro, além dos extremos, dos que apostam no caos e na desordem. Dentre os acordos além do Ministro Alexandre de Morais, STF, padronizar o ICMS dos impostos da gasolina. 

Diante do exposto, esperava-se, por parte de intervencionistas e da esquerda que Bolsonaro pedisse o artigo 142 da intervenção militar. São decisões extremas que implicam em estado de sítio, o que se pensava que as manifestações do dia 07 de setembro incendiassem o país. 

Conclusão, vivemos, além da pandemia, tempos difíceis, aos que acham que basta trocar a direita pela esquerda, tirar Bolsonaro que está resolvido o problema. Cabe a todos os líderes de partido pensar no coletivo, o brasileiro precisa entender que o mal maior é a corrupção e os que insistem em se corromper. PENSE NISSO, PRECISAMOS DE UM PACTO PELO BRASIL. 

Como ficará a situação de Serra da Saudade com apenas 781 habitantes?

Praça Ademar Ribeiro de Oliveira é o principal ponto de encontro de Serra da Saudade

Serra da Saudade, um pequeno município do Estado de Minas Gerais tem apenas 781 habitantes ostenta o título da menor cidade do Brasil. Com o pacto federativo está entre as 1254 cidades brasileiras que era perder a categoria de município, caso o projeto seja aprovado. 

Logicamente que o assunto será amplamente debatido entre os parlamentares e as redes sociais. Pois é, a vida pacata da cidade mineira da espaço a preocupação de seus moradores. 

Serra da Saudade, que fica na região Centro-Oeste de Minas, tem apenas 781 habitantes. Com este número, tem a menor população do país. Com relação ao levantamento divulgado pelo IBGE em 2018, a cidade perdeu cinco habitantes: antes eram 786. 

Com informações Hoje em Dia

Pacto federativo: projeto de Walter Alves prevê mais recursos para Estados e Municípios



Garantir mais recursos para os Estados e Municípios brasileiros. Esse é o principal objetivo do Projeto de Lei Complementar (PLC 209/2019) apresentado recentemente pelo deputado federal Walter Alves (MDB-RN). O projeto altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e prevê que renúncias de receita compensatórias sejam feitas apenas com recursos da União.
“Sempre fui defensor de um novo Pacto Federativo, com mais recursos destinamos para onde o cidadão vive. O projeto que apresentamos tem como finalidade proteger os Estados e Municípios para que não haja renúncia de receita. Por vezes, a União, sem entrar em acordo com os demais entes federativos, decide estabelecer benefícios tributários usando recursos que seriam compartilhados. Nossa proposta proíbe o uso dessa manobra”, afirma Walter Alves.
O PLC 209/19 altera a Lei Complementar 101/2000 (LRF) e define que é vedado à União estabelecer medidas que acarretem renúncia de receita, ainda que para beneficiar o desenvolvimento regional, quando se tratar de recursos compartilhados com os Estados, Distrito Federal e Municípios por determinação constitucional ou legal.
Para justificar a apresentação do PLC, Walter explica que a União faz uso do expediente que a sabedoria popular identifica como “favor com o chapéu alheio”. Para alcançar seus objetivos imediatos, o governo federal resolve estabelecer benefícios tributários, usando os recursos que compartilha com Estados e Municípios, por determinação legal, e sem qualquer tipo de negociação com os demais entes envolvidos.
“De uma hora para outra, os Estados e Municípios se veem destituídos de seus recursos sem nada poderem fazer a respeito, sendo penalizados com novas restrições em seus já pressionados orçamentos. Por mais urgente que sejam as metas e objetivos nacionais, não podemos admitir que se cumpra tais metas às custas do lado mais fraco do Pacto Federativo”, explica Walter Alves.

Assessoria de Imprensa, Roberto Lucena

Pacto Nacional a favor da Corrupção, todos unidos em nome do Caixa 3!



Fundão, Mensalão do PT, do PSDB, Petrolão, todos os escândalos são genéricos para financiar práticas execráveis onde político perpetua no poder. O grande pacto acaba com à falácia da direita e esquerda, um cenário de filme de terror, um Congresso Gabiru, uma máquina mortífera onde prevalece regalias e mordomias, praticamente com pouquíssimas alternância de poder. Leia PSL de Bolsonaro terá meio bilhão de verba pública se fundo eleitoral for turbinado tudo isso sob às bênçãos do Maia....A direita não pode continuar com os erros da esquerda, fica à dica, presidente...