Bananas Brasil

Gleisi diz que PT vai estar contra Maia na Câmara e elogia ‘posições’ de Renan


A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, deu sinalizações nesta quarta-feira, 23, de quais devem ser as posturas do partido nas eleições para presidente da Câmara dos Deputados e do Senado Federal no dia 1º de fevereiro. Segundo a petista, a sigla vai se posicionar contra a candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) na Câmara, enquanto que, no Senado, demonstrou inclinações para o lado de Renan Calheiros (MDB-AL), por suas “posições em momentos cruciais”.
“Na Câmara, em relação à Presidência, nós sabemos com quem não vamos. Não iremos com o Maia. Rodrigo Maia é o candidato do governo, aliado com o PSL, apoia as pautas ultraneoliberais que vão tramitar no Congresso. Não iremos (com ele), estaremos do outro lado. Estamos conversando primeiro com os partidos da oposição mais firmes, de esquerda e centro e esquerda, para, após isso termos diálogo com outros partidos”, disse.
Apesar das declarações da presidente do partido, parte dos deputados do PT defende que a legenda esteja, sim, ao lado de Rodrigo Maia. As negociações têm sido alvo de divergência. Ainda assim, PT tem conversado com outros partidos de esquerda sobre um posicionamento conjunto. “Fizemos uma reunião ontem (terça-feira) muito boa entre o PSB, o PSOL e o PT e ficamos de trazer o PDT e o PCdoB, (vamos) convidá-los a participar. Eu, inclusive liguei para a Luciana (Santos, do PCdoB) e para o (Carlos) Lupi (PDT) no início da tarde”, disse.
Questionada sobre a situação no Senado, Gleisi Hoffmann afirmou que o PT ainda não discutiu o cenário na Casa e nem os nomes que estão colocados na disputa. Ainda assim, a presidente do partido elogiou o que chamou de “posições cruciais” de Renan, possível candidato do MDB.
“No Senado, a priori, não se discutiu a questão da presidência. Então, não se colocou nada de restrição. Obviamente que não faremos nada com PSL. Com o núcleo duro do governo nós não faremos bloco”, afirmou. “O Renan, nos momentos que foram cruciais de luta pelos direitos, ele se posicionou. (Ele se posicionou) na questão da reforma da Previdência, na reforma trabalhista. Isso, para nós, é muito importante porque estes temas serão fundamentais na discussão da pauta econômica deste governo e não podemos deixar esses direitos retrocederem”, acrescentou.
Gleisi voltou a reafirmar que, no Senado, tenta formar um bloco com o PSB, de Carlos Siqueira. Ela disse que as conversas “estão avançadas”. “Estamos conversando aqui (no Senado) para formar um bloco. Já conversamos com o PSB, uma conversa que está adiantada, vamos procurar o PROS também para formar um bloco, mas ainda não discutimos a questão de Presidência”, contou. A presidente do PT ignora, no entanto, que o PSB negocia a formação de um outro bloco com três partidos: o PDT, o PPS e a Rede Sustentabilidade.

Estadão Conteúdo

Via Blog do BG

Bolsa de Valores fecha acima dos 96 mil pontos

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Ainda sobre o efeito "Bolsonaro" a bolsa de valores segue em crescimento impulsionado pelas reformas do governo. O índice IBOVESPA atingiu acima dos 96 mil pontos e dólar fechou em 3,76 centavos. Aguardar os próximos capítulos e ficar na torcida para que o país retome o crescimento. 

Confrontos antes de ato contra Maduro deixam quatro mortos na Venezuela

Policial atira bala de borracha contra manifestante em Caracas.
Stringer/Reuters
A pressão contra Nicolás Maduro aumenta às vésperas da marcha convocada pela oposição venezuelana para esta quarta-feira. Durante a noite de segunda-feira, 22, foram registrados em Caracas cerca de trinta protestos de rua, de acordo dados da ONG Observatório Venezuelano de Conflitividade Social. Muitas atraíram multidões, a maioria delas violentas. Ao menos quatro pessoas morreram durante os distúrbios. Moradores enfurecidos confrontaram as forças de segurança queimando pneus e tomando as ruas. As manifestações foram contidas com vigor pela Polícia Nacional Bolivariana. Outros milhares de pessoas o fizeram de suas casas, batendo panelas longamente. Todos reclamaram do caos econômico, do colapso dos serviços, da dissolução dos salários e exigiram a renúncia do presidente.
A dimensão e a duração desses protestos, que não foram convocados previamente, deixaram a opinião pública atônita. Boa parte dos enfrentamentos ocorreu em bairros empobrecidos que eram bastiões do chavismo, como Ruiz Pineda, Las Adjuntas, Petare, comércios, La Pastora ou San Agustín. Uma estátua de Hugo Chávez foi queimada por turbas enfurecidas na avenida Dalla Costa, em San Félix, a 800 quilômetros ao sul de Caracas. Por volta das 17h, em algumas estações do Metrô de Caracas, transeuntes entoavam cantos contra o Governo de Maduro.
A reação nos bairros a oeste de Caracas, tradicionalmente controlados pelo chavismo, a escaramuça militar da madrugada de segunda-feira e a multiplicação de reuniões abertas ou assembleias de moradores convocadas pela Assembleia Nacional em todo o país, com a presença de multidões apesar da censura, espalharam otimismo entre dirigentes da oposição e analistas ligados à dissidência. É assim que o país enfrenta a mobilização nacional de 23 de janeiro, data em que se comemora o nascimento da democracia, em 1958.

“Estamos com vocês”

Esta convocação recebeu na terça-feira o apoio da Administração de Donald Trump. O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, divulgou um vídeo que cumprimenta os venezuelanos em castelhano, reitera-lhes que não estão sozinhos em sua luta, e se refere ao Governo de Maduro em termos nada amistosos. “Estamos com vocês”, disse Pence, enquanto o senador republicano Marco Rubio pediu ao próprio Trump para reconhecer Juan Guaidó, presidente do Parlamento, como presidente legítimo.
A mesa diretora Câmara, de maioria oposicionista e declarada em desacato pelo regime, devolveu a iniciativa política à oposição depois de muito tempo. A questionada posse de Maduro, em 10 de janeiro, disparou os alarmes e espalhou a sensação de saturação. Na terça-feira, no que foi uma de suas primeiras decisões executivas, a Assembleia Nacional nomeou Gustavo Tarre Briceño, tarimbado escritor e dirigente político, como representante especial na Organização dos Estados Americanos (OEA) para a transição à democracia, em um gesto que foi apoiado pelo seu secretário-geral, Luis Almagro.
Na segunda-feira Guaidó gravou uma mensagem respeitosa “à família militar venezuelana”, que viralizou nas redes sociais. Nela, ele convida novamente as Forças Armadas a interpretar corretamente a Constituição. Isto é, “ficar ao lado do povo” e trabalhar com eles no restabelecimento da ordem constitucional. Guaidó lembrou que seus avós eram militares de carreira e disse-lhes mais uma vez que “a cadeia de comando está quebrada”. “O Exército não tem comandante em chefe”, disse ele, referindo-se ao caráter usurpador do Governo de Maduro.
Parece haver, como nunca, uma sincronia entre a efervescência do descontentamento que brota nas ruas e o volume da pressão internacional. Enquanto isso, nos comandos chavistas parece reinar a confusão. Esse movimento aparece diminuído nas ruas, sustentado principalmente pela vontade dos militares. Por enquanto, não se dispuseram a prender Guaidó nem a judicializar os protestos de rua. O fracassado processo de captura do dirigente da oposição, na semana passada, foi abundante em confusões. Seus dirigentes convocaram outra manifestação no mesmo dia 23, data reivindicada também pelo chavismo, mas suas concentrações recentes languidescem diante do tamanho da fúria popular.
O ministro das Comunicações, Jorge Rodríguez, acusou o Vontade Popular, o partido de Guaidó, fundado por Leopoldo López, de instigar os distúrbios da noite de segunda-feira e de tramar um complô com os oficiais que se levantaram na segunda-feira para roubar armas e produzir um evento fatal no dia 23.
El País

Guedes: Taxação sobre empresas deve baixar de 34% para 15%

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A taxação sobre dividendos e capital pode ficar por volta de 15% para compensar a baixa da carga fiscal sobre as empresas, pela sinalização dada nesta quarta-feira, em Davos, na Suíça, pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao Valor.
O ministro disse que seu plano é de reduzir o imposto sobre as empresas, de 34% atuais para 15%; portanto, baixar a carga tributária sobre o setor produtivo.
Para compensar isso, deverá taxar capital e dividendos. Questionado pelo Valor se nesse caso a taxa poderia ser de 15%, o ministro retrucou: “Por aí”. Ele, contudo, não mencionou a cifra e partiu para evento no qual vai falar sobre seus planos para a economia.
Pouco depois, o presidente Jair Bolsonaro destacou em seu discurso, na plenária do Fórum Econômico Mundial, que o governo vai reduzir a carga tributária sobre as empresas.
Valor

Bolsonaro não foi eleito para governar apenas para direita!



O clima de insatisfação e negativismo aponta para um fracasso total do governo Bolsonaro, pelo menos o que à mídia marrom e os simpatizantes do Lula/esquerda que apostam no quanto pior, melhor. 

É desarmar as bandeiras, Bolsonaro não foi eleito apenas para governar para quem votou nele, é fato. Ao contrário de alguns, não é um governo ilegítimo, mas, eleito pelo povo. O país está em chamas, desvios, desmandos, regalias, corrupção sistêmica e que precisam ser combatidas. A equipe montada é excelente, aguardar os primeiros resultados e continuar fiscalizando, afinal, a torcida é para tirar o país da lama e desenvolver em todas as áreas. 

Assessora de André Ceciliano, do PT, movimentou o maior volume de dinheiro entre os funcionários da Alerj citados no relatório do Coaf: R$ 26,5 milhões

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O Jornal Nacional localizou Elisângela Barbieri, assessora do deputado estadual André Ceciliano (PT-RJ) que movimentou o maior volume de dinheiro entre os funcionários da Alerj citados no relatório do Coaf: R$ 26,5 milhões, entre janeiro de 2011 e julho de 2017.
“Várias das transferências que Elisângela recebeu são ligadas a uma empresa de material de construção dela.
Foram R$ 10,8 milhões que correspondem a depósitos em cheques, tendo como os principais depositantes empresas do ramo: comércio atacadista de materiais de construção em geral. Mas há também depósitos e transferências de dois servidores da Alerj.”
O petista André Ceciliano, presidente em exercício da Alerj, disse ter cobrado informações de suas assessores e que colocou seus sigilos fiscal, bancário e telefônico à disposição do Ministério Público.
Ele é um dos 27 deputados estaduais do Rio investigados na área cível por improbidade administrativa.
O Antagonista

Continuo sendo vítima de uma campanha difamatória para atingir o presidente, disse Flávio Bolsonaro em nota a imprensa!

O Senador Flávio Bolsonaro usou as redes sociais e publicou uma nota à imprensa. Leia abaixo: 






Bolsonaro diz em Davos que trabalhará por estabilidade econômica com privatizações e respeito a contratos

#EstadaoFakeNews repetem internautas com hashtags

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As redes sociais assumiram um papel importante. Ontem a hashtag #EstadaoFakeNews chegou a ficar em primeiro lugar nos Top Trends mundial em razão da revolta por notícias (sem fundamento) do citado jornal e de outros veículos. Os internautas não pouparam críticas e subiram o tom. O Twitter é um microblog com bilhões de seguidores no mundo todo, mensagens instantâneas que viralizam rápido. O jornalismo brasileiro precisa assumir uma posição de neutralidade, se quiser subsistir. 

Carlinhos de Cabano, o homem que aprendeu Inglês nas ondas curtas do Rádio vira documentário produzido pela “Bela Baderna”


A imagem pode conter: 5 pessoas, incluindo Carlinhos de Cabano, pessoas sorrindo, pessoas em pé, barba e atividades ao ar livre


Desde sexta-feira (18) que a produtora Bela Baderna” esteve em Carnaúba gravando um documentário contando a história de Carlinhos de Cabano, o homem que aprendeu Inglês pelas ondas curtas da BBC de Londres e do projeto inovador “Living and Learning”.
A equipe de Cineastas formada por Alícia, Tobias, Juliana e Gabriela estão a serviço da editora Cambridge, São Paulo. O documentário sairá nos próximos meses e divulgado na Cambridge Press (Internacional). Serão gravados com os alunos Tiago, Maik e Thalisson.
A equipe saiu ontem (21/01) para Cabaceiras/PB e retornará para Carnaúba próximo final de semana.

Foto: Tobias

STF ‘cancela’ decisão de Fux que enviou para Justiça Federal ação contra Renan


O Supremo Tribunal Federal (STF) “cancelou” nesta segunda-feira, 21, uma decisão do vice-presidente da Corte, ministro Luiz Fux, que havia encaminhado à Justiça Federal do Distrito Federal uma ação popular contra uma eventual candidatura do senador Renan Calheiros (MDB-AL) à presidência da Casa. Segundo o sistema de andamento processual da Corte, houve um “lançamento indevido” na divulgação da decisão do ministro.
Depois do “equívoco”, o site oficial da Suprema Corte retirou do ar a matéria escrita pela Secretaria de Comunicação, que havia divulgado na internet o teor da decisão agora “cancelada” de Fux Procurado pela reportagem, o gabinete do ministro não havia se manifestado sobre o episódio até a publicação deste texto. A Secretaria de Comunicação ainda não se pronunciou sobre a remoção da matéria.
Em abril de 2016, o STF divulgou por engano uma decisão em elaboração do ministro Marco Aurélio Mello, que envolvia a análise de uma denúncia contra Michel Temer por suposto crime de responsabilidade.
Investigações
A ação contra Renan foi movida por Rubens Alberto Gatti Nunes, coordenador nacional do Movimento Brasil Livre (MBL), que sustenta que o emedebista “não possui bons antecedentes na Justiça Brasileira”, já que “responde a inúmeras investigações” perante o Supremo. O senador é alvo de 14 inquéritos na Suprema Corte.
A eleição para a presidência do Senado está marcada para 1º de fevereiro.
Na decisão agora “cancelada”, assinada na última sexta-feira, 18, Fux observou que a ação popular é um “importante mecanismo de democracia participativa”, mas ressaltou que são necessários requisitos para que ela seja apreciada pela Suprema Corte. “Na verdade, a ação popular ora proposta não se enquadra em nenhuma das hipóteses de competência originária desta Corte”, frisou Fux, que está comandando o plantão do Supremo até o final deste mês.
O coordenador do MBL acionou a Suprema Corte para impedir a candidatura de Renan Calheiros, definida por Rubens como “um ato claramente imoral ante a extensa lista de investigações criminais que o parlamentar responde por atos de improbidade administrativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro”.
“A possibilidade de o Senador Renan Calheiros se candidatar ao cargo de Presidente do Senado e, eventualmente, ocupar a presidência do Congresso Nacional, atenta mortalmente contra a moralidade administrativa, as instituições democráticas, a Pátria e contra o povo dessa nação”, sustenta Rubens Nunes.

Estadão Conteúdo

Ministro Luiz Fux remete à Justiça Federal ação popular contra candidatura de Renan Calheiros à Presidência do Senado


Sérgio Lima/Poder 360


O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, no exercício da Presidência da Corte, encaminhou para a Justiça Federal uma ação popular, autuada como Petição (PET 8037), em que um cidadão busca impedir a candidatura do senador Renan Calheiros (PMDB/AL) ao cargo de presidente do Senado Federal nas eleições previstas para o próximo dia 1º de fevereiro. O ministro explicou que o julgamento de ações populares não se enquadra entre as competências originárias do STF.
De acordo com o autor da PET, a possibilidade de Renan Calheiros se candidatar ao cargo e, eventualmente, ocupar a Presidência do Congresso Nacional “atenta mortalmente contra a moralidade administrativa, as instituições democráticas, a Pátria e contra o povo dessa nação”. Isso porque, segundo ele, Calheiros responde a investigações criminais perante o STF referentes a possíveis práticas de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O autor pediu a concessão de liminar para suspender qualquer ato que autorizasse a candidatura do senador.
Na decisão, tomada no plantão judicial do Tribunal, o ministro Luiz Fux observou que não há, na petição inicial, indicação de qual norma prevê a competência do STF para apreciação de ações populares, inclusive contra senador da República. “Na verdade, a ação popular ora proposta não se enquadra em nenhuma das hipóteses de competência originária desta Corte, previstas no estrito rol do artigo 102, inciso I, da Constituição Federal”, afirmou. Dessa forma, destacou Fux, o Supremo não pode se manifestar em processos para os quais não detém competência para apreciar.
Ao determinar a remessa dos autos à Justiça Federal, o ministro citou o artigo 5°, caput, e parágrafo 1º, da Lei 4.717/1965 (Lei da Ação Popular), que prevê o interesse da União na ação popular quando o réu é mantido por ela, e o artigo 109, inciso I, da Constituição Federal, que prevê a competência da Justiça Federal de primeiro grau apreciar as causas de interesse da União.
STF

Militares são presos após incitarem rebelião contra governo de Maduro

O Ministério da Defesa venezuelano anunciou a prisão de um grupo de militares que havia se rebelado contra o regime de Nicolás Maduro. Segundo relatos do site colombiano El Tiempo, um grupo da Guarda Nacional Bolivariana (GNB)pediu que o novo mandato do presidente não fosse reconhecido
Desde as quatro da manhã, no horário local, um grupo fardado publicou nas redes sociais uma série de vídeos com recados ao “povo da Venezuela”. Em um deles, um homem que se identifica como terceiro sargento Figueroa pede que seus compatriotas tomem as ruas para mostrar apoio a rebelião: “vocês pediram que tomássemos as ruas para defender a Constituição. Bom, aqui estamos”, disse o suposto militar.


Ao fundo das imagens, gravadas à noite, estão vários homens fortemente armados e um caminhão da Guarda Nacional. “Vocês queriam que nós acendêssemos o pavio, e assim fizemos. Agora nós precisamos do seu apoio”, continuou Figueroa. Não foi divulgado pelo governo o destino dos militares detidos no motim.

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