domingo, 1 de janeiro de 2017

FELIZ ANO NOVO AOS LEITORES, AMIGOS E FAMILIARES DO BLOG REPUBLIQUETAS DE BANANAS!

A imagem pode conter: 1 pessoa, textoAno Novo, mais o novo é cada um que faz! Esvazie o sentimento de ódio, dê lugar ao perdão, o amor e a paz! Que as dificuldades encontradas em 2016 sejam superadas com trabalho, honestidade e fé!

Dessa forma, aproveitando o ensejo e motivado, venho através deste desejar a todos os leitores um Feliz Ano Novo aos amigos, leitores e familiares para que possamos juntos lutar por um país melhor, contra à corrupção, os desvios e desmandos!
Leitores espalhados no Whatsapp, Facebook, Instagram, Twitter, Google Plus, Com muito carinho, agradecimento a todos que curtiram, comentaram, elogiaram, criticaram, compartilharam este veículo que colabora pela real democracia. Feliz 2017! 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

À crise é uma farsa disfarçada nas más práticas da política!

Se cada cidadão começar a questionar seus gestores que à crise é fruto da forma de fazer política, do clientelismo, fisiologismo, compra de votos, da reeleição, do toma lá, da cá, das fraudes em licitação, do apadrinhamento e de tantas outras mazelas, governantes serão obrigados a ouvir seus governados. A ignorância das massas é a principal força dos governantes, nada melhor do que manter o povo omisso, subserviente e obediente, sobretudo pensando com o estômago, de barriga cheia e à mercê dos que perpetuam no poder.

O fanatismo, educação de baixa qualidade são apenas ingredientes para que os que estão no poder se perpetuem, afinal, o povo consciente é o principal temor dos governos. No dia em que cada brasileiro despertar o país encontrará seu rumo, desvios e desmandos ficarão mais difícil. Por fim, nenhum país do mundo é tão rico como o Brasil, mas, nenhum deles tem os corruptos especialistas em desviar recursos como nós temos. Hora de abrir os olhos e retomar o país das mãos dos corruptos. 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

SENHORES POLÍTICOS ROUBEM, MAS, COM MODERAÇÃO!

Resultado de imagem para corrupção

Ironias à parte, o título não é nenhuma apologia à corrupção suprapartidária que tomou conta do país e apodreceram as instituições. Lógico que muita coisa veio à tona, se investigou mais, dinheiro foi devolvido aos cofres públicos, magnatas foram presos, a roda grande literalmente entrou na pequena. A catraca rodou ao contrário. Não existe crime menor ou maior, o que temos é um país sucateado pela forma de se manter no poder e fazer política. O povo perdeu o respeito com nossos representantes, que na próxima eleição preconize à máxima de um poder que emana do povo. Que reduza os gastos dentro dos gabinetes lotados de ineptos, dos ministérios, das gastanças do governo com publicidade para maquiar os fatos e alienar cada vez mais o povo.

Chegou a hora de dar um grito de liberdade, de impor respeito, de mostrar indignação a cada ato contra o estado democrático. Das votações na calada da noite, dos desvios e desmandos, das propinas, do toma lá, da cá, do clientelismo, da compra de votos, da resignação e indignação contra os que maquinam a destruição de nosso país. Avante, chegou o momento da liberdade do povo contra os males do capitalismo frutos de uma sociedade patrimonialista e consumista como a nossa. Dançar conforme a música, cantar no ritmo e mostrar quem é que manda nesta republiqueta de bananas, que não somos apenas mero expectadores. Se você acredita, copiem, cole, aviso aos amigos que juntos somos mais fortes. 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Ricky Harris, ator de "Todo Mundo Odeia o Chris", morre aos 54 anos

Divulgação
Conhecido por interpretar o personagem Malvo no amado seriado “Todo mundo odeia o Chris”, Ricky Harris morreu na segunda-feira (26), aos 54 anos vítima de um ataque cardíaco. Além de atuar, Ricky era rapper e também trabalhou com Snoop Dogg, que lamentou a morte do amigo nas redes sociais.
Entre outros trabalhos de Ricky estão participações nas séries ”CSI: NY”, “CSI: Miami” e “O povo contra OJ Simpson”, e nos filmes “Dope: um deslize perigoso” e “Fogo contra fogo”.
Fonte: redação, Yahoo vida e estilo

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Pastor se complica após receber repasse de dinheiro de Eduardo Cunha

Antonio Cruz/Agência Brasil
A “doação” que Eduardo Cunha fez à igreja rendeu frutos. E muito além da evangelização, educação e ação social típicas das instituições religiosas. Os autos da Operação Lava-Jato também se multiplicaram. Primeiro, o deputado tratou de repartir a última parte de seu butim de US$ 5 milhões em propinas acertadas com os lobistas Júlio Camargo e Fernando Baiano. O primeiro deveria depositar R$ 250 mil na conta da Assembleia de Deus do Ministério Madureira.


Revelada a trama, sobrou para o pastor Samuel Ferreira. Ele passou a responder a um inquérito por suspeita de lavagem de dinheiro. O juiz agora é Sérgio Fernando Moro, da 13ªVara Federal de Curitiba. A PF verifica se o pastor tinha conhecimento ou não de que o dinheiro recebido era propina obtida por Cunha a partir de desvios e achaques na Petrobras.


Quando o deputado foi cassado pela Câmara, em setembro de 2016, sua fé foi lembrada duas vezes no plenário da Casa, dessa vez associada não a votos, mas a controvérsias criminais.


Filha de um ex-aliado e inimigo mordaz de Cunha, a deputada Clarissa Garotinho (PR-RJ) não perdoou a relação de fé que, a contragosto, mantém com o adversário. Ao discursar na sessão, disse que o peemedebista fazia papel de “caixeiro viajante”, “fariseu”, “lobista” e “psicopata”. Os fariseus eram uma espécie de casta de sacerdotes judeus que, no tempo de Jesus Cristo, no século I, falavam o que deveria ser feito, mas praticavam o contrário, desprezavam a essência da fé em Deus e ainda se apegavam a tradições irrelevantes. “O terceiro papel desempenhado pelo deputado é o de fariseu, porque ele teve a coragem de colocar carros luxuosos, comprados com dinheiro de propina, em nome de uma empresa fundada por ele, chamada Jesus.com”, apontou Clarissa.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Instituto convoca parlamentares e tenta salvar vaquinha para Lula

O ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva concede entrevista coletiva sobre a denúncia do Ministério Público Federal contra ele e sua esposa Marisa Letícia por crimes de corrupção, em um hotel no centro de São Paulo - 15/09/2016
A vaquinha virtual organizada para arrecadar recursos capazes de financiar a defesa de Lula nos milhares de processo a que responde é um fiasco. A dois dias do fim da campanha, a turma contabiliza R$ 188 mil, menos da metade da meta da R$ 500 mil.
Vendo que o pixuleco não está pingando o quanto planejou, o Instituto Lula – verdadeiro responsável pela mobilização – pediu aos quadros do partido, principalmente a deputados e senadores, para gravarem vídeos convocando a militância a abrir o bolso.
Já solicitaram contribuições Paulo Rocha, Fátima Bezerra, Humberto Costa, Regina Sousa e mais uma galera.
Nas correntes internas do partido, os pedidos começaram com R$ 5, R$ 10, duas semana atrás. Ontem, o desespero bateu, e quem capitaneia o movimento está mandando mensagens para apelando para doações de R$ 30.
O mico vira um gorila quando se compara o montante arrecadado para Lula com o que se viu na campanha idêntica lançada para socorrer Dilma. A ex-presidente levou R$ 726 mil, bem acima dos R$ 500 mil, mesma meta estipulada para bancar os advogados de Lula.
VEJA


Blog do BG: BLOG DO BG

Mulher morre na Argentina após ser estuprada e empalada

A argentina Irma Ferreyra da Rocha não resistiu aos ferimentos causados por um ataque sexual que sofreu na madrugada do último sábado, 17, na província de Misiones, Argentina.
Um morador local alertou a polícia depois de encontrar a mulher pedindo ajuda, em uma estrada vicinal. “Tinha as calças baixadas na altura dos joelhos e um ramo enfiado em uns trinta centímetros por via anal”, afirmou, por telefone, um porta-voz da polícia.
Feminicídio gera protestos na Argentina
Créditos: Reprodução/Facebook
Feminicídio gera protestos na Argentina
“O sangramento que sofreu ali foi determinante para a sua morte”, acrescentou. Irma foi submetida a três cirurgias, mas não resistiu e morreu na tarde do domingo, 18, em decorrência de uma parada cardiorrespiratória.
Mabel da Rocha, irmão da vítima, relatou ao jornal local Misiones On Line suas últimas horas no hospital: “Gritava de dor como um animal. Isso não vai sair nunca [...] Tinha sangue no rosto, todo machucado. Eu lhe disse ‘irmã, eu te amo, tenha força’. Ela me disse ‘não aguento mais”.
O feminicídio causou comoção, mais uma vez, na Argentina, onde uma mulher é assassinada a cada 30 horas por violência machista.
Na segunda-feira, a polícia prendeu um homem de 27 anos, suspeito de ser o autor do crime. Segundo a investigação, ele mantinha um relacionamento com a vítima, que era mãe de sete filhos. Ela foi vista pela última vez em uma festa com o suspeito.
O caso de Irma remete a outra atrocidade cometida recentemente no país. Em outubro, a jovem Lucía Pérez, de 16 anos, foi brutalmente estuprada e morta na cidade costeira de Mar del Plata.
Na Argentina, uma mulher é assassinada a cada 30 horas por violência machista.
O grupo Ni Uma Menos, que organiza manifestações em repúdio à violência contra as mulheres, publicou uma nota em que destaca a crueldade desse último crime, que se soma aos mais de 230 registrados somente neste ano, segundo a ONG Casa de Encontro.
“Diante da pergunta várias vezes repetida se há mais feminicídios ou se eles agora têm visibilidade maior, repete-se aqui uma cena de um corpo torturado e mutilado: há crueldade. Não basta estuprar, não basta matar. É castigar, ir mais longe, aplicar às vítimas o terror do agressor com uma violência que não se destina apenas a matar, mas também a aterrorizar. Chama a atenção um ‘método’ da inquisição, uma prática colonial aplicada sobre o corpo das mulheres? O que fazemos diante da reiteração de um modo de matar?”, perguntam as integrantes do grupo.
“Estamos diante de uma guerra contra as mulheres. Contra todas as nossas formas de autonomia”, acrescenta o texto.
Com informações do El País